Saias e corpos
As saias, depois dos vestidos, são a peça de roupa mais feminina que existe. Acredita-se que as mulheres se adaptaram à essa peça de roupa já no Egito Antigo e Império Romano, por serem de fácil fabricação.
Elas estão cada vez mais presentes nas coleções de roupas, e por isso, é importante saber qual tipo se adapta mais a cada tipo de corpo. Eu selecionei as saias mais comuns hoje em dia:
Saia godê- Ela tem o caimento bem franzido e solto. Era muito popular nos anos 50, na época do início do rock’n'roll, usada com bastante tule por baixo para dar volume. É o tipo de saia perfeito para as mulheres que têm o ombro largo e quadril estreito, pois equilibra muito a silhueta. Quem tem coxas grossas e quadril largo também deve usar, desde que não tenha volume demais.
Saia evasê- Tem formato de A, corte reto, e um formato parecido com o Godê, só que mais afastado do corpo, porém, sem criar volume. É ideal para quem tem quadris largos, e no geral, também serve para todos os tipos de corpo.
Saia balonê- A balonê é, obviamente, em forma de balão, dando bastante volume à parte de baixo do corpo, por isso é indicada para quem tem pernas -porém, não muito- finas. Deve ser evitado pelas baixinhas, já que achata o corpo.
Saia tulipa- A saia tulipa é o modelo “oposto” ao balonê. Ela é franzida, ou com pregas na cintura e mais sequinha embaixo. Mulheres com o corpo em formato de ampulheta (também conhecido como violão) podem usar à vontade, desde que não tenham muito volume no quadril ou busto, porque tendem a arredondar as laterais, o que cai muito bem para corpos retangulares, dando uma forma mais curvilínea.
Saia lápis- Essa saia tem um corte bem reto. Não é indicada para quadris largos, e as que possuem silhueta de triângulo invertido podem usar. Mulheres acima do peso devem evitar, pois marca bem o corpo.
Sobre a mini saia:
Mini saia não é modelo de saia, é comprimento! Você pode usar uma mini saia evasê, uma mini saia godê, uma mini saia reta, mas nunca uma mini saia sem “característica” hahahahaha.
Beijinhoos.



